Cuiabá, 18 de Junho de 2018

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02/03: Escola Plena Prof. Antônio Epaminondas homenageia o Grupo Flor Ribeirinha com nome de uma Sala Temática em alusão ao Projeto Cuiabá - Rumo aos 300 anos

Por: Prof. Jackson Regis
De Escola Plena Prof. Antônio Epaminondas





 

A Escola Plena Prof. Antônio Epaminondas em alusão ao Projeto “Cuiabá – rumo aos 300 anos” homenageia personalidades e pontos turísticos da nossa Cidade onde começamos o Projeto em 2017 dando os seguintes nomes às Salas Temáticas:

  • SALA PESCUMA
  • SALA MOISÉS MARTINS
  • SALA VIOLA DE COCHO
  • SALA CABEÇA DE PACU
  • SALA RIO CUIABÁ
  • SALA DONA EULÁLIA
  • SALA IGREJA SÃO BENEDITO

E para fechar com chave de ouro a 8ª e última Sala de Aula foi intitulada “GRUPO FLOR RIBEIRINHA “ homenageando Dona Domingas, uma batalhadora da nossa cultura que há mais de 20 anos vem levando o nome da nossa Cidade, do nosso Estado e do nosso País para o mundo mostrando as riquezas da nossa Cultura através da dança.

Em abril estaremos comemorando os 299 anos da nossa Cuiabá e faremos uma homenagem a todos e em especial para a nossa querida Cuiabá.

Conheça um pouco da história do Grupo Flor Ribeirinha:

Idealizado por dona Domingas Leonor, o Flor Ribeirinha nasceu em 27 de julho 1993, na comunidade de São Gonçalo Beira Rio, situada à margem esquerda do Rio Cuiabá, pertencente ao distrito do Coxipó da Ponte, em Cuiabá, Estado de Mato Grosso. Como a comunidade foi fundada no século XVIII, em território de índios Coxiponés - cuja presença é recordada nos traços físicos dos moradores, no ritmo e nos passos da dança - o Flor Ribeirinha não poderia deixar de trabalhar o Siriri - dança típica mato-grossense, realizada na região sul de Cuiabá há mais de 200 anos e que reflete o multiculturalismo brasileiro formado por índios, negros, portugueses e espanhóis. Assim, em seu trabalho o Flor Ribeirinha manifesta, numa coreografia variada; melodias alegres e letras que têm como mote a vida ribeirinha e as tradições religiosas. O grupo folclórico foi avaliado pelo governo como instituição de memória enquanto meio que detém, divulga e preserva elementos materiais e simbólicos de uma cultura. Esses elementos são os que evidenciam a preservação e construção de uma identidade local. Em suas apresentações traz ritmo contagiante, harmonizado e marcado pela batida da viola de cocho, do mocho e do ganzá. É dançado e cantado por homens, mulheres e crianças em fila ou roda formada por pares que cantam e batem palmas ao ritmo rápido e forte da música. O coro estridente e às vezes monótono é próprio da música ameríndia, com clara influência da música serena e melodiosa repleta de sentimento religioso dos colonizadores. O ritmo marcado por instrumentos de percussão é herança da música africana. A dança utilizada é o meio expressivo que usa o corpo como instrumento material vibrante e sonoro de construção de elementos simbólicos que traduzem sentido. A música é dançante, os tempos da música e da dança encontram-se uma vez que a música tocada pelo grupo é mais bruta, mais adaptada ao compasso do corpo.

Os movimentos executados pelos dançarinos têm origem em antigas representações, sejam indígenas e/ou portuguesas. Assim o grupo Possui, enquanto arte, uma linguagem singular. O grupo folclórico Flor Ribeirinha é instituição de memória enquanto meio que detém, divulga e preserva elementos materiais e simbólicos de uma cultura, elementos que evidenciam a preservação e construção de uma identidade local. Essa construção se dá sob dois aspectos: o aspecto formador (construtor) e o revelador. O Flor Ribeirinha em Cuiabá é meio e mensagem, tanto forma quanto revela uma identidade.

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